atualizado em 02/3/26
Conforme novo aviso especial emitido pela Marinha do Brasil, às 10h de 2/3/26, a depressão subtropical que estava em alto-mar no sábado, 28/2, cerca de 900 km do litoral do RJ e do ES, de fortaleceu sobre o oceano dando origem à Tempestade Subtropical (TS) Caioabá, que quer dizer “homem da mata”, na língua tupi.
Esta TS estava com 1003 hPa, em alto-mar, movendo-se para sul/sudeste, afastando-se cada vez da costa do Brasil. Sua posição estimada às 10h , horário de Brasília (13 UTC) era em alto-mar, na altura do litoral norte do RS.
Uma segunda depressão subtropical se formou na noite do domingo, 1/3, em alto-mar, na direção da costa do RJ e do ES,
Veja posições aproximadas nas marcações na imagem de satélite das 9h50 (Brasília), de 2/3/26. (acima)
A chuva e ventos fortes eventuais destes sistemas não afetam o continente.
A depressão subtropical e a tempestade subtropical Caiobá estão em alto-mar e se afastam cada vez mais do Brasil. Estes sistemas não vão passar sobre nenhum estado brasileiro.
Na análise de 21 horas de 1/3/26, a carta meteorológica da Marinha do Brasil indicava duas depressões subtropicais. Os sistemas aparecem com a letra “B”, em vermelho. A depressão subtropical com 1000 hPa se transformou na tempestade sibtropical Caiobá. A outra depressão subtropical estava com 1003 hPa de pressão no seu centro.

Carta meteorológica da Marinha do Brasil de 21 horas de 1/3/26 (00UTC de 2/3/26) mostra duas depressões subtropicais na costa leste do Brasil
Avisos especais da Marinha do Brasil
AVISO NR 082/2026
AVISO ESPECIAL
EMITIDO ÀS 1300Z – SEG – 02/MAR/2026
TEMPESTADE SUBTROPICAL “CAIOBÁ” COM PRESSÃO CENTRAL DE 1003 HPA EM 30S032W, MOVENDO–SE PARA SUL/SUDESTE, COM VENTOS MÁXIMOS MANTIDOS ESTIMADOS FORÇA 7 E RAJADAS FORÇA 8, MAR GROSSO/MUITO GROSSO ASSOCIADO, AFETANDO A ÁREA SUL OCEÂNICA.
PROGNÓSTICO:
021800Z: 31S 031W – 1003 HPA – 33/40 NÓS – TEMPESTADE SUBTROPICAL
030000Z: 33S 028W – 1005 HPA – 33/40 NÓS – TEMPESTADE SUBTROPICAL
030600Z: 34S 027W – 1005 HPA – 28/33 NÓS – DEPRESSÃO SUBTROPICAL
031200Z: 35S 024W – 1008 HPA – 28/33 NÓS – DEPRESSÃO SUBTROPICAL
VÁLIDO ATÉ 031200Z.
ESTE AVISO SUBSTITUI O AVISO NR 081/2026.
AVISO NR 081/2026
AVISO ESPECIAL
EMITIDO ÀS 0300Z – SEG – 02/MAR/2026
DEPRESSÃO SUBTROPICAL COM PRESSÃO CENTRAL DE 1003 HPA EM 27S034W, MOVENDO–SE PARA SUDESTE, COM VENTOS MÁXIMOS MANTIDOS ESTIMADOS FORÇA 7 E RAJADAS FORÇA 8, MAR GROSSO/MUITO GROSSO ASSOCIADO, AFETANDO A ÁREA SUL OCEÂNICA.
011200Z: 25S 035W – 1004 HPA – 28/33 NÓS – DEPRESSÃO SUBTROPICAL
011800Z: 26S 034W – 1003 HPA – 28/33 NÓS – DEPRESSÃO SUBTROPICAL
020000Z: 27S 033W – 1003 HPA – 28/33 NÓS – DEPRESSÃO SUBTROPICAL
PROGNÓSTICO
020600Z: 27S 032.5W – 1002 HPA – 28/33 NÓS – DEPRESSÃO SUBTROPICAL
021200Z: 29S 032W – 1003 HPA – 28/33 NÓS – DEPRESSÃO SUBTROPICAL
021800Z: 30S 031W – 1003 HPA – 28/33 NÓS – DEPRESSÃO SUBTROPICAL
030000Z: 32S 030W – 1005 HPA – 28/33 NÓS – DEPRESSÃO SUBTROPICAL
VÁLIDO ATÉ 031200Z.
Por que a tempestade subtropical tem um nome?
Ciclones extratropicais são muito comuns na costa do Brasil, mas um ciclone subtropical ou tropical é considerado um fenômeno meteorológico especial. A mova depressão subtropical e a tempestade subtropical que surgiram na costa do Sudeste na virada de fevereiro para março de 2026 são ciclones subtropicais.
Quando um ciclone subtropical se intensifica e evolui até uma tempestade subtropical (TS), então, recebe um nome. Isto é feito para facilitar a comunicação. É a Marinha do Brasil que batiza estes sistemas meteorológicos especiais que surgem na costa brasileira, a partir de uma lista de nomes definidos por ela.
A nova TS que surgiu na costa leste do Brasil na noite do domingo, 1 de março, recebeu o nome de Caiobá, que quer dizer “homem da mata” , na língua tupi. A TS anterior a esta ocorreu em 14 de dezembro de 2024 e foi batizada de Biguá.
Veja parte da lista de nomes feitas pela Marinha
1 – Akará (Espécie de peixe) – usado em 2024
2 – Biguá (Ave marinha) – usado em 2024
3 – Caiobá (Habitante da mata)
4 – Endy (Luz do fogo)
5 – Guarani (Guerreiro)
6 – Iguaçú (Rio grande)
7 – Jaci (Lua)
8 – Kaeté (Mata virgem)
9 – Maracá (Instrumento indígena)
10 – Okanga (Madeira)
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atualizado em 28/2/26
Uma área de baixa pressão atmosférica se intensificou de ontem para hoje em alto-mar, na costa entre o RJ e o ES, dando origem a uma DEPRESSÃO SUBTROPICAL, conforme aviso especial da Marinha do Brasil emitido a manhã deste sábado, 28 de fevereiro de 2026.
Pela previsão da Marinha, esta depressão subtropical PODERÁ EVOLUIR PARA UMA TEMPESTADE SUBTROPICAL (TS) na madrugada/manhã deste domingo, 1 de março.
Aviso especial da Marinha
AVISO NR 071/2026
AVISO ESPECIAL
EMITIDO ÀS 1200Z – SÁB – 28/FEV/2026
DEPRESSÃO SUBTROPICAL COM PRESSÃO CENTRAL DE 1003 HPA EM 27S037W, MOVENDO–SE PARA SUL, COM VENTOS MÁXIMOS MANTIDOS ESTIMADOS FORÇA 7 E RAJADAS FORÇA 8, MAR GROSSO/MUITO GROSSO ASSOCIADO, AFETANDO AS BRAVO, DELTA E SUL OCEÂNICA.
PROGNÓSTICO:
281800Z: 27.5S 037.5W – 1002 HPA – 28/33 NÓS – DEPRESSÃO SUBTROPICAL
010000Z: 29.5S 035W – 1002 HPA – 28/33 NÓS – DEPRESSÃO SUBTROPICAL
010600Z: 30S 035W – 1000 HPA – 28/33 NÓS – DEPRESSÃO SUBTROPICAL
011200Z: 31S 034.5W – 1000 HPA – 33/40 NÓS – TEMPESTADE SUBTROPICAL
011800Z: 32S 034W – 1000 HPA – 33/40 NÓS – TEMPESTADE SUBTROPICAL
020000Z: 32.5S 032.5W – 1002 HPA – 33/40 NÓS – TEMPESTADE SUBTROPICAL
VÁLIDO ATÉ 021200Z.
ESTE AVISO SUBSTITUI O AVISO NR 063/2026.
Depressão subtropical na carta meteorológica
Esta depressão subtropical foi indicada na carta meteorológica da Marinha, na análise de 12 UTC (9 horas, em Brasília), de 28/2/26. A depressão subtropical está na posição da letra “B”, em vermelho, destacada no retângulo vermelho. A menor pressão atmosférica na região central desta baixa pressão foi estimada em 1003 hPa.

Depressão subtropical indica na análise meteorológica da Marinha do Brasil, em 28/2/26, às 12 UTC ( horas, em Brasília)
Impactos no Brasil
Esta depressão subtropical está bastante afastada do litoral do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, a mais de 850 km/h afastada do continente e se desloca em alto-mar, para sul, afastando-se cada vez mais da costa brasileira. As áreas de chuva e ventos fortes desta depressão subtropical atuam apenas sobre o mar e não afetam os estados do Sudeste.
- Atenção
Não há risco de ventania no Sudeste por causa desta depressão subtropical. O sistema está em alto-mar, se afastando do continente e não passará/não avançará sobre/para nenhum estado brasileiro.

Posição e distâncias aproximadas da depressão subtropical do litoral do ES e do RJ, em 28/2/26, em torno de 14h BRT
Atenção: as distâncias indicadas na imagem de satélite são aproximadas e servem apenas para melhor entendimento do público leigo. Confira informações técnicas detalhadas nos avisos meteorológicos da Marinha do Brasil.
Nome do sistema meteorológico especial
A depressão subtropical que surgiu em 28/2/26 na costa do Sudeste é um ciclone subtropical. Vários ciclones subtropicais já se formaram na costa do Sul e do Sudeste do Brasil, mas são considerados fenômenos meteorológicos especiais, que não ocorrem com frequência. Quando um ciclone subtropical se intensifica e evolui até uma tempestade subtropical (TS), então, recebe um nome. É a Marinha do Brasil que batiza estes sistemas meteorológicos especiais que surgem na costa brasileira, a partir de uma lista de nomes definidos por ela.
A TS mais recente ocorreu em 14 de dezembro de 2024 e foi batizada de Biguá. SE a previsão se confirmar, a nova TS receberá o nome de Caiobá, que quer dizer “homem da mata” , na língua tupi.
Veja parte da lista de nomes feitas pela Marinha
1 – Akará (Espécie de peixe) – usado em 2024
2 – Biguá (Ave marinha) – usado em 2024
3 – Caiobá (Habitante da mata)
4 – Endy (Luz do fogo)
5 – Guarani (Guerreiro)
6 – Iguaçú (Rio grande)
7 – Jaci (Lua)
8 – Kaeté (Mata virgem)
9 – Maracá (Instrumento indígena)
10 – Okanga (Madeira)
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atualizado em 27/2/26
Uma nova área de baixa pressão atmosférica se formou no mar, entre a costa do Rio de Janeiro e do Espírito Santo e tende a intensificar nas próximas 24 horas. A Marinha do Brasil está considerando a possibilidade de formação de um ciclone subtropical, conforme aviso especial emitido na tarde da sexta-feira, 27 de fevereiro.
Na carta meteorológica da Marinha de 27/2/26, às 9 horas, esta baixa pressão atmosférica aparece marcada com a letra “B”, em vermelho, com 1002 hectopascais (hPa).

Carta meteorológica da Marinha do Brasil, de 27/2/26, às 9h, indica a baixa pressão atmosférica B, em vermelho, com 1002 hPa, na costa entre o RJ e o ES
No aviso da Marinha do Brasil, a possibilidade de formação do ciclone subtropical é a partir das 12 horas (1500Z) deste sábado, 28 de fevereiro.
AVISO ESPECIAL
EMITIDO ÀS 1800Z – QUI – 26/FEV/2026
POSSÍVEL FORMAÇÃO DE CICLONE SUBTROPICAL A PARTIR DE 281500Z COM PRESSÃO CENTRAL DE 1002HPA EM 27S038W, MOVENDO-SE PARA SUL, COM VENTO CICLÔNICO FORÇA 7 COM RAJADAS FORÇA 8 E MAR GROSSO AFETANDO AS ÁREAS BRAVO, DELTA E SUL OCEÂNICA.
VÁLIDO ATÉ 010000Z.
A Climatempo já está monitorando a evolução desta baixa pressão atmosférica. As simulações da pressão atmosférica para os próximos dias, do modelo GFS, dos Estados Unidos, indica que a pressão do ar no centro da baixa pressão, que poderá evoluir ou não para um ciclone subtropical, alcance um pouco menos de 100 hPa durante a tarde do dia 28 de fevereiro . Já a simulação do modelo ECMWF, da comunidade europeia, prevê que a baixa pressão tenha menos de 100 hPa apenas na manhã do domingo, 1 de março. Os dois modelos atmosféricos concordam que esta baixa pressão tende a se intensificar em alto-mar, já afastada da costa do Rio de Janeiro e do Espírito Santo.
Atenção: o ciclone deve se formar e se deslocar sobre o oceano, muito longe do litoral do Sudeste, afastando-se cada vez mais do Brasil. Este sistema não vai passar sobre nenhum estado brasileiro nos próximos dias. Este ciclone deve gerar rajadas de vento fortes em alto-mar e que não vão atingir nenhuma região em terrra no Brasil. Não há risco de ventania, por causa deste ciclone, em nenhum estado do país.
Impactos no Brasil
Neste sábado, 28 de fevereiro, a presença da baixa pressão atmosférica na costa do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, produz rajadas de vento moderadas a fortes, da direção sudoeste, com até 60 km/h na costa do Rio de Janeiro e até 65 km/h na costa capixaba. No domingo, 1 de março, com o afastamento da baixa pressão, as rajadas enfraquecem para até 55 km/h.
Por causa destas rajadas, o mar tende a ficar agitado na costa do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, mas não há previsão de ressaca, por enquanto.
O que é um ciclone subtropical?
Um ciclone subtropical é um centro de baixa pressão atmosférica que se organiza isoladamente, sem estar associado a uma frente fria. No Hemisfério Sul, o ar ao redor do centro de baixa pressão se movimenta no sentido horário. Próximo da superfície, o ar no centro dos ciclones subtropicais é mais quente do que o ar ao redor, em altitudes mais elevadas, acima de 3 km de altitude. Isso deixa a atmosfera mais instável e aumenta as condições para ocorrência de tempestades severas.
Um ciclone subtropical pode se intensificar para uma depressão subtropical, quando tem ventos abaixo de 63 km/h. Se o ciclone continua se intensificando, pode se tornar uma tempestade subtropical, com velocidade do vento igual ou maior a 63 km/h e menor do que 118 km/h.
Saiba a diferença entre um ciclone extratropical, ciclone subtropical e tropical
Nomeação de um ciclone
Vários ciclones subtropicais já se formaram na costa do Sul e do Sudeste do Brasil, mas são considerados fenômenos meteorológicos especiais, que não ocorrem com frequência. Quando um ciclone subtropical se intensifica e evolui até uma tempestade subtropical, então, recebe um nome. É a Marinha do Brasil que batiza estes sistemas meteorológicos especiais que surgem na costa brasileira, a partir de uma lista de nomes definidos por ela.
Em 2024 ocorreu a formação do ciclone subtropical Akará, que atuou entre 15 e 21 de fevereiro. Em 14 de dezembro de 2024 houve a formação da tempestade subtropical Biguá. Se surgir uma nova tempestade subtropical neste fim de semana, na costa da região Sudeste, será batizada de Caiobá, que na língua indígena tupi quer dizer “habitante da mata”.
A lista de possíveis nomes para batizar as tempestades subtropicais e tropicais foi renovada no início de março de 2023. Os nomes são sempre na língua indígena tupi.
Akará (Espécie de peixe) – usado em 2024
Biguá (Ave marinha) – usado em 2024
Caiobá (Habitante da mata)
Endy (Luz do fogo)
Guarani (Guerreiro)
Iguaçú (Rio grande)
Jaci (Lua)
Kaeté (Mata virgem)
Maracá (Instrumento indígena)
Okanga (Madeira)
Poti (Camarão)
Reri (Ostra)
Sumé (Deus da agricultura)
Tupã (Deus do trovão)
Upaba (Lagoa)
Ybatinga (Nuvem
Aratu (Caranguejo)
Buri (Palmeira)
Caiçara (Cerca)
Esapé (Iluminar)
Guaí (Pássaro)
Itã (Concha)
Juru (Foz)
Katu (Bondade)
Murici (Arbusto do cerrado)
Oryba (Felicidade)
Peri (Planta d’água)
Reia (Realeza)
Samburá (Cesto indígena)
Taubaté (Pedras altas)
Uruana (Tartaruga do mar)
Ytu (Cachoeira)




